sexta-feira, 15 de maio de 2020
O recorde da Bolsa seguido de desilusão.
Tirando o futebol, o samba e as mulatas dançantes, o Brasil não tem visibilidade mundo afora para coisas, que são, digamos: "realmente importantes". Com menos de 1% de investidores listados na bolsa, o valor quantitativo no segmento dos investimentos em terras tupiniquins, é de certa forma vergonhoso. No final do ano passado (2019), tivemos registro de um valor recorde e histórico na alta do índice da Bolsa de Valores do Brasil, fechada em 117.203 pontos, número esse, que alarmou os maiores veículos de comunicação de todo o globo, atraindo investidores estrangeiros vorazes, e surpreendentemente, abrindo porta a novos investidores brasileiros. Com isso, a visão do mercado ficou cada vez mais otimista, ações começaram a subir, empresas começaram a expandir os seus caixas, o cenário foi o mais otimista possível, e o sentimento era de alavancagem ainda maior para os meses seguintes. Porém, nem tudo são flores, pois, em meados do último trimestre de 2019, surgiu no outro lado do planeta, um suposto "vírus chinês", que espalhou-se por todos os continentes, alojando-se não só na saúde física das pessoas, mas também, na saúde financeira do mundo inteiro. O COVID-19 trouxe consigo, um ar nebuloso para o mundo, que só veio ser sentido aqui no Brasil, após o carnaval. Saindo da linha crescente dos danos à saúde da população nacional, o coronavírus arrebatou também o mercado financeiro brasileiro. Em um mês, vimos as ações despencarem, com uma queda na rentabilidade de praticamente todos os papéis listados em Bolsa (cerca de 30% aproximadamente), o pânico tomou conta, e as gerações Y e Z, foram desafiadas a entenderem, o que é estarem inseridas dentro de uma pandemia. Por outro lado, investidores mais antigos e que investem com inteligência, não sofreram com o famoso "aperto no bolso", pois esses, se resguardam e sabem o quão é importante serem independentes financeiros, especialmente em tempos de crise. O coronavírus se mostrou um simples resfriado para tais pessoas. Logo, vale ressaltar que, tempos difíceis formam pessoas fortes, e que para tudo, sempre há uma razão. A expectativa é de que o povo brasileiro supere a tal pandemia, e principalmente, aprendam que é muito mais importante precaver do que perecer. Dessa forma, saltemos de 1% de investidores para 10%, 20%, 50% e assim sucessivamente em prol do benefício pessoal e conjunto, de toda a nação brasileira.
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário