segunda-feira, 18 de maio de 2020

Universo interligado.




Para a grande maioria dos habitantes do Planeta Terra, a realidade se resume nos 05 sentidos de percepção do meio: olfato, visão, audição, tato, e paladar, ou como os esotéricos costumam chamar: a consciência objetiva. Com a consciência objetiva, mais de 90% do mundo está condicionado à raciocinar e conduzir todas as etapas da sua vida, do nascimento até a morte, usando somente esses 05 sentidos. Isso pode ser explicado pelo fato de que, tratamos o próximo, como unidade de massa, e não como parcelas da criação; onda e energia, que no final das contas, se compõem e se interligam ao TODO, ou seja, não consideram que somos a mesma coisa dissipada em infinitas possibilidades pelo próprio Criador. O tratamento dado às pessoas, remete à cada um, seres individualizados, desconectados, e mesmo que, usando da percepção através da visão, de que somos semelhantes no aspecto físico (humanos para humanos e no geral, mamíferos para mamíferos e assim adiante), nos distancia de nós mesmos e do propósito de Deus. Isso explica a existência de assassinatos, guerras, bombas atômicas, torturas, e várias outras mazelas da humanidade. Essa visão Newtoniana de Massa, unida à dogmas e credos originários da própria criação humana, atrasam a evolução conjunta. É certo que, as religiões no fundo, tem o papel de conectar o homem ao Divino (religião = religare, do latim, que significa ligar-se à Deus), porém, nunca fomos desligados de Deus e com a visão de individualidade do ser que a grande maioria trata, isso é impossível, acrescentando ao fato de que, o Ego se faz evidente em vários desses meios, e que ultrapassa o patamar da essência do Sagrado. Já está na hora ter conhecimento além do que foi introduzido como verdadeiros programas em nossos cérebros desde criança, a humanidade precisa conhecer as suas faculdades além dos cinco sentidos, devemos abrir nossos olhos para a espiritualidade de fato, aquela livre de dogmas, regras e leis. Através do nosso interior, com o autoconhecimento, percebemos que não estamos sós, e que de fato, somos interligados ao TODO, que é pura fonte de Luz e Amor, que tenhamos a consciência objetiva transcendida à consciência subjetiva, e percebamos que nossos irmãos mais evoluídos, desceram até nós, para nos trazer a mesma mensagem, explicada de formas diferentes de acordo com a época. Com o nosso despertar interior, é possível que relembramos o nosso propósito, nossa essência que são puros fótons transmitindo verdadeira Luz, que tenhamos discernimento que forças negativas tentam de toda forma ocultar o nosso sexto sentido aguçado, vindo da  glândula pineal, ou o nosso olho espiritual que está bem no centro do cérebro humano.

                                                Texto de Gustavo Nunes Lourenço.

Trader vs. Holder, a grande batalha.





Quando falamos em Bolsa de Valores, pensamos automaticamente na seguinte situação: um aglomerado de funcionários de uma corretora de valores, andando por todos os cantos sem parar, com telefones "pendurados" em suas orelhas e acompanhando infinitos gráficos que aparecem na tela dos computadores, não é mesmo? Pois bem, por mais que essa cena seja uma interpretação implantada em nossa mente através de filmes e noticiários, esse acontecimento frenético acontece, e às vezes, nos remete à falsa ideia de que a Bolsa é um cassino ou alguma espécie de Casa de Apostas. Que a bolsa é algo variável, não temos dúvida disso, porém, há aqueles que "vivem 24 horas" nessa variável e há aqueles que "convivem anos e anos" com essa variável. Pode parecer que os dois termos destacados sejam a mesma coisa, induzindo as pessoas à pensarem que são tudo "farinha do mesmo saco", porém, os dois são totalmente distintos.
O que valeria mais a pena? Comprar ações na baixa e vendê-las na alta? Ou simplesmente comprar mensalmente vários papéis e ir acumulando-os, e como consequência disso, receber os seus proventos durante o ano todo? Bom, como tudo na vida não é 100% correto, as duas hipóteses vão depender muito do perfil da pessoa, ou melhor, do investidor. Eis que são dispostas as duas estratégias mais utilizadas no mundo do Mercado de Ações, a primeira hipótese: o Trader, e a segunda: o Holder. O Trader, ou melhor, a pessoa que faz o "Day Trading", é o tipo de investidor que aposta na alta e na baixa do preço das ações, e tenta tirar lucro monetário com isso, a curto ou médio prazo, acompanhando as flutuações do mercado diariamente através de gráficos, e muitas vezes, suposições através de análises e estudos. O Trader é, digamos, aquele tipo de investidor, que pode dormir rico e acordar pobre (literalmente), ou vice-versa. Adotar esse tipo de estratégia como forma de ganhar dinheiro, pode trazer bons e maus resultados a todo momento, sendo que, geralmente, o Trader deva tratá-la como uma profissão, onde requer empenho, tempo, estudo e dedicação para evitar possíveis riscos, visto que, qualquer "vacilo" possa lhe causar terríveis dores de cabeça (muito semelhante à cena abordada no início deste texto, não?). Não menos importante, também existe o investidor Holder, como explica a palavra em inglês: detentor, sendo esse, aquela pessoa que usa a estratégia do Buy and Holding (comprar e manter). Esse por sua vez, não está preocupado com o preço diário das ações, ele tem uma visão de longo prazo, onde faz os seus aportes frequentemente, e evita a venda dos seus papéis; o seu negócio basicamente é segurar e acumular ações, aumentando assim, as sua posição no mercado. O lucro do Holder é atribuído através de proventos que ele recebe de cada ação comprada, ou seja, quanto mais ações o Holder tem, mais dividendos ele irá receber por ter essas ações, dessa forma, o Holder irá acumulando patrimônio ao longo dos anos, e o transformando na famosa "bola de neve dos dividendos", por isso a estratégia do longo prazo. Não obstante, há pessoas que pensam que o Holder não tenha que estudar e muito menos dedicar-se, pelo contrário, é através de análises e estudos, que o Holder escolhe boas empresas pagadoras de dividendos, pois caso contrário, dispensando tais atribuições, o Holder terá a mesma dor de cabeça de um Trader, logicamente por estar perdendo dinheiro. Logo, na imensa arena do mercado de ações, temos o Grande Touro (Trader), que caso seja forte, sua robustez e bravura irão mostrar o seu lado agressivo e competidor (apesar das cicatrizes), e do outro lado, temos o Urso Paciente (Holder), forte e seguro de si, que com o tempo, venha ser tão grande, que possa engolir os seus inimigos com muita facilidade e crescer cada vez mais. Então, no mundo dos investimentos, levando em conta o sentido figurado e todo o conteúdo abordado neste texto, de qual lado você prefere ficar? Cabe agora, a sua preciosa decisão.


                                                Texto de Gustavo Nunes Lourenço.

sexta-feira, 15 de maio de 2020

O recorde da Bolsa seguido de desilusão.

Tirando o futebol, o samba e as mulatas dançantes, o Brasil não tem visibilidade mundo afora para coisas, que são, digamos: "realmente importantes". Com menos de 1% de investidores listados na bolsa, o valor quantitativo no segmento dos investimentos em terras tupiniquins, é de certa forma vergonhoso. No final do ano passado (2019), tivemos registro de um valor recorde e histórico na alta do índice da Bolsa de Valores do Brasil, fechada em 117.203 pontos, número esse, que alarmou os maiores veículos de comunicação de todo o globo, atraindo investidores estrangeiros vorazes, e surpreendentemente, abrindo porta a novos investidores brasileiros. Com isso, a visão do mercado ficou cada vez mais otimista, ações começaram a subir, empresas começaram a expandir os seus caixas, o cenário foi o mais otimista possível, e o sentimento era de alavancagem ainda maior para os meses seguintes. Porém, nem tudo são flores, pois, em meados do último trimestre de 2019, surgiu no outro lado do planeta, um suposto "vírus chinês", que espalhou-se por todos os continentes, alojando-se não só na saúde física das pessoas, mas também, na saúde financeira do mundo inteiro. O COVID-19 trouxe consigo, um ar nebuloso para o mundo, que só veio ser sentido aqui no Brasil, após o carnaval. Saindo da linha crescente dos danos à saúde da população nacional, o coronavírus arrebatou também o mercado financeiro brasileiro. Em um mês, vimos as ações despencarem, com uma queda na rentabilidade de praticamente todos os papéis listados em Bolsa (cerca de 30% aproximadamente), o pânico tomou conta, e as gerações Y e Z, foram desafiadas a entenderem, o que é estarem inseridas dentro de uma pandemia. Por outro lado, investidores mais antigos e que investem com inteligência, não sofreram com o famoso "aperto no bolso", pois esses, se resguardam e sabem o quão é importante serem independentes financeiros, especialmente em tempos de crise. O coronavírus se mostrou um simples resfriado para tais pessoas. Logo, vale ressaltar que, tempos difíceis formam pessoas fortes, e que para tudo, sempre há uma razão. A expectativa é de que o povo brasileiro supere a tal pandemia, e principalmente, aprendam que é muito mais importante precaver do que perecer. Dessa forma, saltemos de 1% de investidores para 10%, 20%, 50% e assim sucessivamente em prol do benefício pessoal e conjunto, de toda a nação brasileira.

                                                       Texto de Gustavo Nunes Lourenço.








quarta-feira, 13 de maio de 2020

Um pouco sobre mim...

Como dizia o Imperador Marco Aurélio: "A felicidade da vida depende da qualidade de nossos pensamentos." Essa é uma das, se não, a frase mais desperta dentro do meu ser, que guia toda a minha essência, nessa grande aventura chamada VIDA. Na minha caminhada até aqui, que para alguns é muito curta, e para outros, muito longa, a minha trajetória nesse plano físico depende exclusivamente de três aspectos: mental, espiritual e emocional. Acredito que sem os três unidos, a vida cai em uma espiral de ilusão, na qual abrem-se portas para a manipulação e controle. Acredito que a pior prisão de todas, está na mente, e essa por sua vez, no engano, que traz um looping contínuo de sofrimento. A busca incessante pelo autoconhecimento é o que me define, busco sentido para tudo o que se move e o que não se move, faço dos meus raciocínios lógicos, uma grande escada à Luz Divina. São tantas informações, que as vezes dá um nó na cabeça, mas isso é necessário, pois, assim como a cabeça propriamente dita, o universo é um emaranhado só, que troca informação constantemente e infinitamente com todos os seres, toda a criação. Se a Arte não é uma faculdade da Alma, logo, eu não sei o que é. Sendo a Escrita uma Arte, é uma forma que eu tenho de me expressar de todo coração, como busco nesse blog. Apesar de não ter muitas outras habilidades, a escrita é uma, na qual carrego desde pequeno, traçando a em linha reta nas redações do colegial, no ENEM, no trabalho e na vida...

                                                     Gustavo Nunes Lourenço.